O chefe tem tudo na cabeça.
O que há em stock, o que os clientes pediram, o que vem a caminho — junta-se tudo na memória de uma pessoa, e é ela que decide o que comprar.
O MERCADO · PORTIMÃO
Um grossista de fruta e legumes em Portimão, a ganhar ferramentas novas sem perder a maneira de trabalhar que o faz funcionar. Se o seu negócio se parece com este, falamos.
O que há em stock, o que os clientes pediram, o que vem a caminho — junta-se tudo na memória de uma pessoa, e é ela que decide o que comprar.
Cada preço decide-se na hora: quem compra, se leva ou se entrega, a frescura, o custo do dia.
A preta do chefe: produto, quantidade, preço. A azul da caixa: quem, quando, as contas e o total.
Há encomendas por SMS, WhatsApp e mensagens de voz — mas a maioria é quem chega e escolhe no chão do mercado. E isso só funciona porque há sempre de tudo.
Cada motorista tem a sua região e traça o próprio caminho.
A ferramenta que estou a construir começa aqui: o talão de sempre — as mesmas linhas, os mesmos preços decididos na hora — registado na app em vez do papel. Quem está no chão regista o pedido, quem manda põe o preço, a caixa fecha. Os números batem certo por si.
ESTADO: EM TESTE NO CHÃO, AO LADO DO PAPEL — QUE CONTINUA A MANDAR.
Escrever como o negócio funciona, ao pormenor.
Pôr isso num mapa que uma máquina consiga seguir.
Ver onde faltam dados e construir as ferramentas que os registam.
Só então: fluxos automáticos — com IA onde faz sentido — em cima de dados fiáveis.
No negócio do meu pai: as duas primeiras fases estão praticamente feitas; a terceira — a app de encomendas — já está em teste no chão, ao lado do papel.
Ainda não há um caso fechado para mostrar. Quando houver, terá data e fonte.
Preços: ainda não. Falamos primeiro, decidimos juntos.
A mesma cena de rótulo com o sol alto, as sombras curtas debaixo das caixas
NOTA DE ENCOMENDADiga-me o que lhe está a custar tempo, ou onde acha que uma ferramenta bem feita ajudava. Escreva para ola@pontenova.pt ou use a nota.